FAZENDO SUA COMUNICAÇÃO ACONTECER! Atendimentos no domicílio ou consultório. Em Porto Alegre, no bairro Petrópolis. Fone: 51 93322149.
01 outubro 2009
30 setembro 2009
Ser fonoaudiólogo...
Existem dúvidas da sociedade com relação à atuação do fonoaudiólogo. Não pensem que essas dúvidas são fruto de uma desvalorização do nosso trabalho! Não! Apenas são consequência do desconhecimento da fonoaudiologia – ciência tão complexa e abrangente.
Digo complexa porque nosso principal objeto de estudo é a comunicação humana. Digo abrangente porque atuamos em diversos setores da sociedade: rádio, televisão, teatro, cinema, escolas, empresas, hospitais, clínicas, centros de saúde e universidades, sem falar na participação ativa de muitos fonoaudiólogos nos processos de inclusão social.
Nossa atuação circula em diversas áreas do conhecimento: saúde, educação, artes, política, entre outras, por isso nossa formação é árdua e requer muito estudo.
Ser fonoaudiólogo é ter, ao mesmo tempo, conhecimento científico, intuição e sensibilidade, além de saber ouvir – ouvir, sentindo quem nos fala. Lembrem-se não somos técnicas, somos terapeutas; não lidamos com as doenças, lidamos com as pessoas e por isso não podemos esquecer da subjetividade do nosso semelhante. É preciso fazer ciência sem perder a humanidade – lembrem-se que participamos da arte da reabilitação e reabilitar não é apenas solucionar alterações e sequelas, é também possibilitar a construção ou a reconstrução da história de vida de uma pessoa.
Falo na condição de uma apaixonada pela fonoaudiologia, profissão que me proporciona várias emoções e alegrias a cada dia de trabalho.
Me emociono com o crescimento das minhas alunas em sala de aula – futuras fonoaudiólogas, me emociono com a evolução dos meus pacientes... com o sorriso da mãe ao ver seu filho sair de um mundo de silêncios; com a lágrima de quem escuta pela primeira vez; com o alívio da recente mãe ao ver seu bebê prematuro sugando seu seio; com a alegria de quem nunca pode manifestar seus pensamentos, ao se comunicar de forma alternativa.
Como vocês podem ver, ser fonoaudiólogo é realmente muito complexo.
Por isso, precisamos exercer nossa profissão com muito estudo, dedicação, ética e respeito. Respeito a nós mesmas, aos nossos colegas e, principalmente, aos nossos pacientes e seus familiares.
E para finalizar, utilizo as palavras de Chico Xavier... lembrem-se que as grandes mudanças não ocorrem por grandes feitos de alguns, e sim, nas pequenas parcelas cotidianas de cada um de nós.
Digo complexa porque nosso principal objeto de estudo é a comunicação humana. Digo abrangente porque atuamos em diversos setores da sociedade: rádio, televisão, teatro, cinema, escolas, empresas, hospitais, clínicas, centros de saúde e universidades, sem falar na participação ativa de muitos fonoaudiólogos nos processos de inclusão social.
Nossa atuação circula em diversas áreas do conhecimento: saúde, educação, artes, política, entre outras, por isso nossa formação é árdua e requer muito estudo.
Ser fonoaudiólogo é ter, ao mesmo tempo, conhecimento científico, intuição e sensibilidade, além de saber ouvir – ouvir, sentindo quem nos fala. Lembrem-se não somos técnicas, somos terapeutas; não lidamos com as doenças, lidamos com as pessoas e por isso não podemos esquecer da subjetividade do nosso semelhante. É preciso fazer ciência sem perder a humanidade – lembrem-se que participamos da arte da reabilitação e reabilitar não é apenas solucionar alterações e sequelas, é também possibilitar a construção ou a reconstrução da história de vida de uma pessoa.
Falo na condição de uma apaixonada pela fonoaudiologia, profissão que me proporciona várias emoções e alegrias a cada dia de trabalho.
Me emociono com o crescimento das minhas alunas em sala de aula – futuras fonoaudiólogas, me emociono com a evolução dos meus pacientes... com o sorriso da mãe ao ver seu filho sair de um mundo de silêncios; com a lágrima de quem escuta pela primeira vez; com o alívio da recente mãe ao ver seu bebê prematuro sugando seu seio; com a alegria de quem nunca pode manifestar seus pensamentos, ao se comunicar de forma alternativa.
Como vocês podem ver, ser fonoaudiólogo é realmente muito complexo.
Por isso, precisamos exercer nossa profissão com muito estudo, dedicação, ética e respeito. Respeito a nós mesmas, aos nossos colegas e, principalmente, aos nossos pacientes e seus familiares.
E para finalizar, utilizo as palavras de Chico Xavier... lembrem-se que as grandes mudanças não ocorrem por grandes feitos de alguns, e sim, nas pequenas parcelas cotidianas de cada um de nós.
29 março 2009
Exemplo de superação...
O fonoaudiólogo tem também o dever de lutar para situações de superação e de verdadeira inclusão social.
Curso Interessante:
Curso de Neurologia para profissionais das áreas de saúde e educação com a Professora Drª Newra Tellechea Rotta. Informações pelo fone 51-32221481
04 janeiro 2009
Conhecendo o desenvolvimento normal da linguagem
O bebê chora e a mamãe interpreta.
É O INÍCIO DA COMUNICAÇÃO HUMANA!
Nos primeiros dois meses –
- o bebê distingue a voz humana de outros sons;
- gosta de ouvir a conversa das pessoas;
- é capaz de distinguir a voz materna e paterna.
- gosta de ouvir a conversa das pessoas;
- é capaz de distinguir a voz materna e paterna.
A partir do 3º mês, o bebê inicia seu treinamento articulatório: o balbucio. Balbucio é a produção
de sons diversos e aleatórios.
de sons diversos e aleatórios.Entre 7 e 9 meses – o balbucio possui maior variedade de sons e inflexões;
- sons diferentes para situações diferentes
Com 24 meses - aumento no vocabulário - uma explosão comunicativa!
Por volta dos 30 meses - além do crescimento do vocabulário, a criança emite sentenças simples.
Entre 4 e 5 anos, a criança fala adequadamente todos os fonemas da sua língua.
26 dezembro 2008
Publicações recentes
Capítulo 8 - Fonoaudiologia, escrita e língua de sinais – uma combinação de sucesso. Viviane Medeiros Pasqualeto. 
Capítulos 5 e 8: Motivação terapêutica - importância de ações pensadas e sentidas e Surdez - destinos diferentes: dois casos organicamente semelhantes com histórias opostas. Viviane Medeiros Pasqualeto.
Capítulo 5 - Construindo o tempo. Viviane Medeiros Pasqualeto; Maria Cristina Pinto e Daianne Serafim Martins.
Projeto Falando Tudo - Fonoaudiologia na Escola
Viviane Medeiros Pasqualeto
Uma das áreas de atuação do fonoaudiólogo é a escola, onde este profissional poderá atuar diretamente com os alunos, prevenindo e detectando alterações no desenvolvimento, desde a educação infantil até os últimos anos do ensino médio.
Com os professores, o fonoaudiólogo poderá atuar em parceria assessorando-os no planejamento anual e sugerindo técnicas, além de auxiliar na prevenção de alterações vocais e nos cuidados com a comunicação. Os pais dos alunos também são parceiros no desenvolvimento das crianças e no seu desempenho escolar, o fonoaudiólogo atua realizando orientações, encaminhamentos e esclarecendo dúvidas.
Com os professores, o fonoaudiólogo poderá atuar em parceria assessorando-os no planejamento anual e sugerindo técnicas, além de auxiliar na prevenção de alterações vocais e nos cuidados com a comunicação. Os pais dos alunos também são parceiros no desenvolvimento das crianças e no seu desempenho escolar, o fonoaudiólogo atua realizando orientações, encaminhamentos e esclarecendo dúvidas.O Projeto Falando Tudo foi criado pela fonoaudióloga Viviane Medeiros Pasqualeto,
em 2001, que desde então atua em escolas na cidade Porto Alegre, cidades do litoral gaúcho e da região metropolitana. Oobjetivo principal do Projeto Falando Tudo é proporcionar atitudes preventivas dentro da sala de aula, junto aos alunos e aos professores e, conseqüentemente, promover informação e formação à comunidade.
em 2001, que desde então atua em escolas na cidade Porto Alegre, cidades do litoral gaúcho e da região metropolitana. Oobjetivo principal do Projeto Falando Tudo é proporcionar atitudes preventivas dentro da sala de aula, junto aos alunos e aos professores e, conseqüentemente, promover informação e formação à comunidade.
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